RESIDÊNCIA BARTOLOMEU
03.04 a 26.04.2026

BadeRna
Um sobrevoo

com NÚCLEO BARTOLOMEU DE DEPOIMENTOS

Partindo da figura de Marietta Baderna, a cena investiga o gesto de “badernar” como prática de ruptura. Ao articular dança, música e palavra, tensiona o encontro entre balé e lundu e suas heranças históricas. Retomada após 12 anos, a obra ressurge atravessada por novas camadas, afirmando a desordem como potência criativa e política.

Ministério da Cultura, Grupo Construcap e
Instituto capobianco apresentam

Concepção Geral
LUAA GABANINI

Direção
ROBERTA ESTRELA D’ALVA

Atriz-dançarina
LUAA GABANINI

Poemas de Ação Dramática
CLAUDIA SCHAPIRA e LUAA GABANINI

Direção Musica
lEUGÊNIO LIMA

Percussão
VICTÓRIA DOS SANTOS e DESSA FERREIRA

Desenho de Luz
CAROL AUTRAN

Figurino
CLAUDIA SCHAPIRA

Costureira
CLEUZA AMARO DA SILVA BARBOSA

Operação de som
RAFA PENTEADO

Operação de Luz
CAROL AUTRAN e ANDRESSA PACHECO

Maquiagem
MARIA FERNANDA TORREZANI

Consultoria de Voz
ANDREA DRIGO

Consultoria de Ballet Clássico
LUIZ ARRIETA

Consultoria de Dança de Rua
FLIP COUTO

Consultoria de Danças Populares
CRISTIANO MEIRELLES

Consultoria de Sonorização
JOÃO DE SOUZA NETO

Produção Administrativa
CORPO RASTREADO

Produção Executiva
THAIS CRIS

Coordenação das Redes Sociais
JORGE FERREIRA

Fotos de Divulgação
SÉRGIO SILVA

MEMÓRIA
EM FLUXO

Criado há 12 anos, em meio ao despejo da sede do grupo, o trabalho retorna agora em nova versão, atravessado pelo tempo e por outras urgências. A cena parte da figura de Marietta Baderna como disparador: uma artista que, ao cruzar o balé clássico com o lundu, dança de matriz africana, tensionou padrões e deslocou o que era entendido como ordem.

Perseguida e retirada de cena, seu nome passou a ser gritado por admiradores, eco que, ao longo do tempo, deu origem ao termo “baderna”, hoje associado à ideia de desordem. É desse deslocamento de sentido que a obra também se alimenta.

Sem buscar uma reconstrução biográfica, a criação ativa esse gesto no presente. Entre dança, música e palavra, a cena se organiza como experiência em fluxo, onde o corpo articula memória, conflito e transformação.

Ao longo dos anos, a obra se transforma junto com o corpo que a realiza. Nesta nova versão, a atriz revisita a criação a partir de outras vivências, limites e possibilidades, fazendo da própria presença em cena um campo de deslocamento e reinvenção.

Ao colocar em fricção diferentes matrizes estéticas e históricas, o trabalho evidencia disputas inscritas no corpo e na linguagem, trazendo à tona camadas de apagamento e resistência. Aquilo que foi nomeado como desordem reaparece como força criativa.

A obra não se fixa: se refaz a cada encontro. O que permanece é o gesto em movimento, que insiste em confrontar, deslocar e reinventar.

GARANTA

O SEU INGRESSO

TEMPORADA 06.04 - 26.04.2026

sextas e sábados 20h
domingos 18h

clique aqui e compre seu ingresso