Salão do Café Capô com mesas de madeira, bancos de couro, coluna com caixa de som e fotografias antigas nas paredes

Café Capô

No subsolo do Instituto Capobianco, o Café Capô amplia a experiência artística para além das apresentações. Pensado como espaço de permanência, convida o público a chegar antes e ficar depois, em diálogo com a programação da casa. O espaço conta também com programação musical própria, com pocket shows e outras atividades.

À frente da cozinha está a Dasturca, projeto de Ariana Turca, que transforma memória e herança cultural em experiências gastronômicas autorais. No Café Capô, a gastronomia integra a proposta cultural do espaço e, nas noites de show, pode ganhar formatos especiais em diálogo com os artistas convidados.

O projeto arquitetônico, assinado por Ana Terra Capobianco, estabelece uma relação entre o ambiente contemporâneo e a história do casarão construído na década de 1920. Assim, o Café Capô reúne gastronomia, música, arquitetura e cultura em um espaço que integra e amplia a experiência do Instituto Capobianco.

Mesas do Café Capô com luminárias e cardápios, balcão iluminado ao fundo e planta pendente

PRÓXIMOSEVENTOS

Retrato em preto e branco de Leo Cavalcanti de perfil, com cabelos claros cacheados

08.10 quinta 20h30

LEO CAVALCANTI

canta Caetano

Cantor, compositor, instrumentista e produtor musical, Leo Cavalcanti apresenta CAETANEAR, show dedicado à obra de Caetano Veloso. Com voz, violão e interpretações pessoais, percorre canções emblemáticas e outras menos conhecidas do artista, revelando novas nuances desse repertório. A apresentação também inclui momentos de sua própria trajetória, como “Nós Nus”, canção autoral gravada em dueto com Caetano.

No Café Capô, Leo celebra a obra de um dos grandes nomes da música brasileira em uma noite de releituras e encontros entre repertórios.

Abertura da casa: 19h  ·  Show: 20h30

ENTRADA FRANCA | Sujeito à lotação

ENCONTRO EPERMANÊNCIA

O Café Capô é parte da experiência do Instituto Capobianco. Mais do que um espaço de alimentação, é lugar de permanência, convivência e encontro, ampliando a relação com a casa para além do momento das apresentações.

É um espaço para chegar antes, ficar depois, encontrar artistas e outros espectadores e prolongar a experiência vivida no Instituto. Ao mesmo tempo, sua programação musical própria amplia as possibilidades de uso do espaço e aproxima diferentes artistas e públicos.

Por aqui já passaram nomes como Thalma de Freitas, Ligiana Costa, Pélico, Lavínia e Saulo Duarte, em apresentações que ocupam o palco do Café de maneira intimista. Essa programação se integra à vida do Instituto e convive com as diferentes linguagens e atividades que ocupam a casa.

A cozinha da Dasturca, de Ariana Turca, e a arquitetura de Ana Terra Capobianco fazem parte dessa construção: uma organiza a experiência da permanência pela comida; a outra, pela forma como o espaço acolhe e reúne as pessoas.

No Café Capô, a cena não termina no palco. Ela continua no café, na conversa, na música, na comida e no tempo que o público permanece na casa.

Ariana Turca sentada à mesa segurando folhas de espada-de-são-jorgeDasturca

ARIANATURCA

Ariana Turca, nascida e criada entre panelas e temperos, começou a sua caminhada na cozinha ainda pequena ajudando a mãe, baiana de acarajé e cozinheira profissional. Viveu muitos anos em Curitiba e, em 2009, depois de passar por diversos restaurantes, começou a atender eventos. Alguns anos depois, criou o “Dasturca”, comida de afeto, aconchego, herança e memória.

Reside em São Paulo desde 2017, onde atende eventos sociais e corporativos, catering e encomendas especiais.

Salão do Café Capô com coluna de concreto, caixa de som de madeira e fotografias do casarão

ANA TERRACAPOBIANCO

Ana Terra Capobianco é arquiteta e urbanista formada pela Escola da Cidade, em São Paulo, em 2007. Seu Trabalho Final de Graduação recebeu o Prêmio Opera Prima 2008, reconhecimento nacional concedido aos melhores trabalhos de conclusão de curso em arquitetura e urbanismo do país.

Em 2012, concluiu o mestrado em Sustainable Environmental Design pela Architectural Association (AA), em Londres, com a pesquisa Recycling Superstructures in São Paulo, voltada à requalificação urbana e ao reaproveitamento de estruturas existentes.

Ao longo de sua trajetória, colaborou com escritórios de reconhecimento internacional, como Studio Arthur Casas, em São Paulo e Nova Iorque, e Adjaye Associates, em Londres. Em 2013, atuou como professora assistente na Escola da Cidade.

Desde 2015, está à frente do Terra Capobianco Arquitetura, desenvolvendo uma prática autoral que inclui projetos independentes e trabalhos em parceria. Sua prática articula pesquisa, técnica construtiva e desenho, com interesse em sustentabilidade, sistemas industrializados e qualidade espacial.

TERRA CAPOBIANCO ARQUITETURA

O Terra Capobianco Arquitetura desenvolve projetos que conciliam desempenho ambiental, precisão construtiva e qualidade espacial. Com atuação em arquitetura residencial, comercial e interiores, o escritório trabalha em diferentes escalas, do desenho de mobiliário ao desenvolvimento integral de edificações.

Sua prática parte de uma leitura cuidadosa do contexto físico, climático e humano, entendendo a arquitetura como resultado do diálogo entre pessoas, lugar e construção. A sustentabilidade é incorporada como método de projeto, orientando decisões desde a concepção: implantação, materialidade, racionalização construtiva, eficiência energética e redução de impactos ao longo do ciclo de vida da edificação.

Com forte interesse em sistemas industrializados e processos construtivos de baixo impacto, o escritório busca soluções contemporâneas que integrem técnica, permanência e sensibilidade espacial. Sua arquitetura combina clareza construtiva, relação cuidadosa com a paisagem e ambientes pensados para promover conforto, uso e durabilidade.

O trabalho do escritório inclui projetos desenvolvidos em colaboração com o Galeria Arquitetos, reconhecidos por premiações e certificações como o Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura Habitat Sustentável, com a Casa dos Cajueiros, e a certificação GBC Brasil Casa nível Prata, com a Casa Treliça.