CARTAS PARA
UM TEMPO QUE NÃO É AGORA
PEÇA PODCAST
com NÚCLEO BARTOLOMEU DE DEPOIMENTOS
Cartas para um tempo que não é agora é uma “peça-podcast” que nasce de uma inquietação, uma tentativa de dialogar no presente com inteligências que evoquem suas visões e perspectivas a partir de perguntas disparadoras sobre o tempo que nos toca viver. A cada noite, personalidades convidadas participam de uma entrevista atravessada por intervenções cênicas. 24 apresentações , 24 distintos encontros e fricções.
Instituto capobianco apresentam

Concepção Geral, Roteiro e Direção
NÚCLEO BARTOLOMEU DE DEPOIMENTOS (CLAUDIA SCHAPIRA, EUGÊNIO LIMA, LUAA GABANINI E ROBERTA ESTRELA D’ALVA)
Apresentação
EUGÊNIO LIMA E LUAA GABANINI
Samples Dramatúrgicos
ADELEKE AJIYOBIOJO, BERTOLD BRECHT, BIANCA SANTANA, CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, CÉLIA XAKRIABÁ, CHICO SCIENCE E NAÇÃO ZUMBI, CLAUDIA SCHAPIRA, FRANTZ FANON, GUIMARÃES ROSA, HEINER MULLER, STEVIE WONDER, WALTER BENJAMIN, WALLY SALOMÃO.
Assistência de Direção
RAFA PENTEADO
Vídeo
VIC VON POSER
Desenho de Luz
MATHEUS BRANT
Desenho de Som
JOÃO DE SOUZA NETO
Identidade Visual (Podcast)
MURILO THAVEIRA
Costureira
CLEUSA AMARO DA SILVA BARBOSA
Operação de vídeo
VIC VON POSER E RICARDO KENJI
Operação de luz
FILIPE BATISTA (PI)
Operação de som
JOÃO DE SOUZA NETO E CLEVINHO DE SOUZA
Cenotecnia
WANDERLEY WAGNER
Produção Administrativa
CORPO RASTREADO
Produção Executiva
THAIS CRIS
Assistente de Produção
STEFANY DE OLIVEIRA
Coordenação das Redes Sociais
JORGE FERREIRA
Fotos de Divulgação
SÉRGIO SILVA
Agradecimentos
RAFA PENTEADO, FERNANDO LUFER, CIBELE FORJAZ, SERGIO SIVIERO, AYOMI DOMENICA, RITA BATATA, DANIEL LIMA E PAULA KLEIN

MEMÓRIA
COMO AÇÃO
Em “Cartas para um tempo que não é agora”, o passado é tratado como matéria viva. A partir de uma arqueologia do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, o espetáculo ativa fragmentos - textos, imagens e sons - acumulados ao longo de sua trajetória, não como arquivo, mas como linguagem em ação. Restos e vestígios tornam-se disparadores de cena, atravessando o presente como questões abertas.
Em uma lógica próxima ao sample, esses materiais são recortados, remixados e reposicionados ao vivo, criando uma dramaturgia fragmentada. Assim, a memória deixa de ser lembrança e passa a operar como gesto: algo que circula, se transforma e reorganiza sentidos no agora.
ESCUTAR O TEMPO: ENCONTROS AO VIVO PARA UM AGORA EM FRICÇÃO
Um convidado entra em cena sem saber o que irá viver, enquanto o público também não sabe quem verá, um encontro irrepetível se constróiconstroi em cena. A partir de uma entrevista ao vivo, o encontro se constrói em tempo real, atravessado por perguntas que não buscam respostas prontas, mas ativam reflexão e relação.
O formato deslocado para o palco radicaliza a escuta e expõe o processo como acontecimento. Ao final, uma carta é performada, prolongando a experiência para além da fala. A cada noite, o espetáculo se reinventa, sustentado pelo risco, pela presença e pelo pensamento em ato.



























