Ministério da Cultura, Grupo Construcap e
Instituto capobianco apresentam
RESIDÊNCIA BARTOLOMEU
20.05
Painel 3: Núcleo Bartolomeu convida Jé Oliveira

RODAS DE CONVERSA

TEATRO HIP-HOP 25 Anos

SOBRE

A RODA DE CONVERSA

DATAS

20/05, quarta-feira

HORÁRIOS

19h

LOCAL

Instituto Capobianco

As rodas de conversa foram concebidas como um lugar de compartilhamento de formas poéticas-políticas das diversas expressões dos 25 anos do Teatro Hip-Hop. Dentro do projeto, elas são um espaço de troca com outros artistas que também estão na busca por uma outra perspectiva de representação nas artes da cena.
O objetivo é que essa troca entre artistas e público presente possa criar novas abordagens para as representações, os procedimentos e suas relações com conhecimentos intelectuais produzidos por nós próprios. Por isso teremos encontros com artistas oriundos de diferentes coletivos de teatro de grupo da cidade de São Paulo.

Serão cinco painéis de discussão, com 2h de duração, com a curadoria e mediação do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos.

Todas as rodas de conversa terão tradução em LIBRAS.

INFORMAÇÕES

GERAIS

Entrada franca | Retirada de ingressos 1 hora antes da sessão

Sobre
Jé Oliveira

Ator, diretor, dramaturgo, Cientista Social e mestrando no CAC – Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicação e Artes - ECA, todas as formações na Universidade de São Paulo – USP. Em 2008 funda, ao lado de outros artistas, o Coletivo Negro, grupo da cidade de São Paulo que se debruça sobre o estudo das representações estéticas, éticas e políticas acerca das questões raciais no Brasil. Atualmente recebeu duas indicações pela sua direção da obra “Pai contra mãe ou Você está me ouvindo?”, nos respectivos prêmios Shell e APCA, que também indicou a obra na categoria de melhor

espetáculo. Concebeu, atua e dirigi o espetáculo “Gota D’Água {PRETA}”, obra que lhe rendeu o Prêmio APCA de Melhor Direção em 2019, se tornando o primeiro homem negro a ser contemplado na categoria. Possui 9 peças escritas encenadas, com destaque para “Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens”, obra tributária ao legado dos Racionais Mc`s, publicada pela Editora Javali e semifinalista do Prêmio Oceanos de Literatura em 2019 e ganhadora do 6º Prêmio Prêmio Questão de Crítica. Em 2023 dirigiu como convidado o espetáculo “Escute as feras ou até que alguma coisa se passe” na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo – EAD-USP, com a turma 73 e também o espetáculo “O longo caminho que vai de Zero a Ene”, a convite do SESI-SP. Curou diversos editais públicos e festivais de teatro, com destaque para o FIT Rio Preto 2022, tendo sido curador das mesas formativas e debates de reflexões e para o RUMOS Itaú Cultural 2023/2024. Deu aulas de dramaturgia na Escola Livre de Teatro de Santo André entre 2016 e 2017 e também no SESI Curitiba, de 2017 até 2018. Contribuiu artisticamente com diversos grupos da cidade de São Paulo e do país, com destaque para Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, Pavilhão da Magnólia, Coletivo Labirinto, Cia do

Miolo, Cia dos Inventivos e Cia Ponto de Fiandeiras.

COMO

SE INSCREVER

O espetáculo do Núcleo Bartolomeu, cruza teatro, rap e poesia urbana paranarrar afetos, conflitos e urgências da periferia, criando uma cena pulsanteonde palavra, corpo e ritmo constroem identidade e resistência. O espetáculo doNúcleo Bartolomeu, cruza teatro, rap e poesia urbana para narrar afetos,conflitos e urgências da periferia, criando uma cena pulsante onde palavra,corpo e ritmo constroem identidade e resistência. O espetáculo do NúcleoBartolomeu, cruza teatro, rap e poesia urbana para narrar afetos, conflitos e

INSCRIÇÃO

O Núcleo Bartolomeu
de Depoimentos

O Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, formado por Claudia Schapira, Eugênio Lima, Luaa Gabanini e Roberta Estrela D’Alva, nasceu no ano de 2000 e tem como pesquisa de linguagem o diálogo entre a cultura hip-hop, com a contundência da autorrepresentação como discurso artístico, e o teatro épico e seus recursos: o caráter narrativo, apoiado por uma dramaturgia que se configura depoimento do processo histórico; como instrumento que elucida uma concepção do mundo, e coloca o ator-narrador em face de si mesmo como objeto de pesquisa; como homem mutável; em processo, fruto do raciocínio, da reflexão.