RESIDÊNCIA BARTOLOMEU
25.03
MOSTRA DE FILMES - Filme 1:

SLAM: VOZ DE LEVANTE

Direção: Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva

SOBRE

O FILME

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DATAS

25.03 quarta

HORÁRIOS

20h

LOCAL

Instituto Capobianco

Vencedor do prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Mulheres no Cinema (2018) e do Prêmio Especial do Júri e Melhor Direção de Documentário no Festival do Rio (2017), SLAM: Voz de Levante é um longa-metragem que acompanha a chegada e a expansão dos poetry slams no Brasil, batalhas performáticas de poesia surgidas nos anos 1980 em Chicago e hoje difundidas pelo mundo como espaços de encontro e livre expressão.

No Brasil, os slams começam em 2008 com a atriz-MC e poeta Roberta Estrela D’Alva, fundadora do ZAP! Zona Autônoma da Palavra, primeira noite do gênero em São Paulo, criada junto ao Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Conduzido por Roberta, o filme percorre as origens do movimento nos Estados Unidos e acompanha sua rápida expansão pelo país, que em poucos anos reuniu dezenas de comunidades e um campeonato nacional, o Slam BR.

Entre Chicago, São Paulo e Paris, o documentário revela o slam como prática artística e ferramenta de organização coletiva, destacando sua potência como espaço de escuta, criação e autorrepresentação.

Todas as cópias possuem legendas para pessoas surdas.

INFORMAÇÕES

GERAIS

Todas as cópias possuem legendas para pessoas surdas.
Entrada franca | Retirada de ingressos 1 hora antes da sessão

Roberta Estrela D’Alva

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(Diadema-SP, 1978) é atriz-MC, diretora, pesquisadora e slammer. Bacharel em Artes Cênicas pela USP e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, é integrante do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e idealizadora do ZAP! Zona Autônoma da Palavra, primeiro poetry slam brasileiro. É autora do livro Teatro Hip-Hop – a performance poética do ator-MC (Perspectiva, 2014).

Apresentou o programa Manos e Minas (TV Cultura) entre 2016 e 2018 e codirigiu, com Tatiana Lohmann, o documentário SLAM – Voz de Levante (2018), premiado no Festival do Rio e no Festival Internacional de Mulheres no Cinema. Foi curadora da instalação Falares, no Museu da Língua Portuguesa, ao lado de Marcelino Freire.

Recebeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz por Orfeu Mestiço (2012) e de Melhor Música por Terror e Miséria no Terceiro Milênio – Improvisando Utopias (2020). Dirigiu em 2021 a peça-filme Desfazenda: me enterrem fora desse lugar.

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Tatiana Lohmann

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é diretora, montadora e fotógrafa. Realizou curtas, longas e séries para canais como MTV, TV Cultura, Nat Geo e TV Brasil. Dirigiu o longa documental Solidão & Fé (2010), Prêmio do Júri Popular na Mostra de Cinema de Tiradentes, e as séries de ficção A Vida Começa (2014) e crônicasNÃOditas (2015), para o Canal Curta!.

Codirigiu os longas documentais Todas as Manhãs do Mundo (2017), com Lawrence Wahba, e SLAM: Voz de Levante (2018), com Roberta Estrela D’Alva, premiado no Festival do Rio e no Festival Internacional de Mulheres no Cinema. Em 2019 dirigiu o longa Minha Fortaleza, os Filhos de Fulano e o curta VIVXS, com Roberta Estrela D’Alva e Saul Williams.

É diretora da instalação Falares, do Museu da Língua Portuguesa. Em 2020 dirigiu a série documental 40m², retrato coletivo da vida na pandemia nas periferias de São Paulo.

COMO

SE INSCREVER

O espetáculo do Núcleo Bartolomeu, cruza teatro, rap e poesia urbana paranarrar afetos, conflitos e urgências da periferia, criando uma cena pulsanteonde palavra, corpo e ritmo constroem identidade e resistência. O espetáculo doNúcleo Bartolomeu, cruza teatro, rap e poesia urbana para narrar afetos,conflitos e urgências da periferia, criando uma cena pulsante onde palavra,corpo e ritmo constroem identidade e resistência. O espetáculo do NúcleoBartolomeu, cruza teatro, rap e poesia urbana para narrar afetos, conflitos e

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